Te conheci num vale verde.Grama por todo lado.
Estávamos sob um pessegueiro.
Decidimos nos apaixonar e você sabe que se apaixonar
[merece aventuras]
e não há como negar,foi escolha nossa correr mundo.
Caminhamos,caminhamos,caminhamos.
Existia um rio e a gente até tentou atravessar.
Era perigoso.
A correnteza muito forte.
Sem querer soltei sua mão e você não me perdoou.
Triste não haver perdão.
E você me deixou ir para o outro lado sózinho.
Eu fui.Não há mais como voltar.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Um Pedaço Pra Cada Lado
eu daqui
você daí
vendo os mesmos sites
cultivando o mesmo ócio
e a mesma tristeza sorridente dos orgulhosos
você daí
eu daqui
lendo as mesmas revistas
pensando nas mesmas frases
pra ferir o outro elegantemente pelo orkut
eu daqui
você daí
nos lembrando em silêncio
cada um da sua forma fria
e o querer inútil de não se querer
Estamos parecendo dois bobos.
você daí
vendo os mesmos sites
cultivando o mesmo ócio
e a mesma tristeza sorridente dos orgulhosos
você daí
eu daqui
lendo as mesmas revistas
pensando nas mesmas frases
pra ferir o outro elegantemente pelo orkut
eu daqui
você daí
nos lembrando em silêncio
cada um da sua forma fria
e o querer inútil de não se querer
Estamos parecendo dois bobos.
O Dia
Quando cantam os passarinhos bem pertinho da nossa janela
acordando a vida
despertando os sonhos
o amor nos dá bom dia e novo tempo se revela.
Quando o cheiro do feijão me leva até você na cozinha
mexendo as panelas
temperando o cotidiano
o almoço vira parque e nós,duas crianças brincando sózinhas.
Quando a chegada de um homem se resume em fadiga
você me beija a boca
e tirando minha roupa
me joga na cama e se derrama pra descançar o peso da vida.
acordando a vida
despertando os sonhos
o amor nos dá bom dia e novo tempo se revela.
Quando o cheiro do feijão me leva até você na cozinha
mexendo as panelas
temperando o cotidiano
o almoço vira parque e nós,duas crianças brincando sózinhas.
Quando a chegada de um homem se resume em fadiga
você me beija a boca
e tirando minha roupa
me joga na cama e se derrama pra descançar o peso da vida.
Revelação
Sei que parece estranho mas é mesmo sem querer
Que os amores acontecem
Que do nada a gente se conhece
e passa a se entender.
Queria que você soubesse que talvez seja mesmo assim
Quando tudo conspira a favor
E de repente aparece o amor
Curando feridas que haviam em mim.
Foi ótimo te conhecer.
Aquela conversa num bar,um amigo fazendo a ponte
Uma cerveja bem gelada
História de coisas passadas
A idéia de um novo horizonte
Me fez bem aquela festa quando fiz o que muito queria
Aquele beijo roubado
Meu coração acelerado
Você é tudo que sonhei um dia
Definitivamente,
foi ótimo te conhecer.
Que os amores acontecem
Que do nada a gente se conhece
e passa a se entender.
Queria que você soubesse que talvez seja mesmo assim
Quando tudo conspira a favor
E de repente aparece o amor
Curando feridas que haviam em mim.
Foi ótimo te conhecer.
Aquela conversa num bar,um amigo fazendo a ponte
Uma cerveja bem gelada
História de coisas passadas
A idéia de um novo horizonte
Me fez bem aquela festa quando fiz o que muito queria
Aquele beijo roubado
Meu coração acelerado
Você é tudo que sonhei um dia
Definitivamente,
foi ótimo te conhecer.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Do Nada
Vontade quase insana
de passar os dias,
as madrugadas frias
e chegar logo o final de semana
Ver vocês sorrirem,
pra gente cantar alto,
tomar aquela cerveja,
deixar nossos passos no asfalto.
É que seus nomes me fazem bem
Me trazem paz e alegria
Amizade assim do nada
Gente com muita sintonia.
Gente que brinca,que dança
Gente que não perde a pose
Grandes amigas por acaso
e agora eternas,
Rívia e Rose.
de passar os dias,
as madrugadas frias
e chegar logo o final de semana
Ver vocês sorrirem,
pra gente cantar alto,
tomar aquela cerveja,
deixar nossos passos no asfalto.
É que seus nomes me fazem bem
Me trazem paz e alegria
Amizade assim do nada
Gente com muita sintonia.
Gente que brinca,que dança
Gente que não perde a pose
Grandes amigas por acaso
e agora eternas,
Rívia e Rose.
A Casa Que Mora Em Mim
Derrubaram as paredes
não a casa
não os sonhos
não o quintal
não as lembranças
Botaram quase tudo a baixo
quase tudo.
Derrubaram as paredes
não há a mais a dama da noite
mas perto dela ainda está o vô
dando pão pr'os passarinhos
e os netos ali pertinho
escutando o assovio
na varanda ainda de pé.
Derrubaram as paredes
mas tudo ainda está ali
as bicicletas pelo corredor
a vó na cozinha
o cheiro da infância
e muito amor.
Derrubaram as paredes
não as coisas que o Caio escrevia nelas
não a chegada da Camila nos fins de semana
não a memória
não as brincadeiras no quintal
não a união.
Derrubaram as paredes
mas a inocência ainda mora ali
a esperança ainda vive por debaixo dos cacos.
Derrubaram as paredes
mas não derrubaram nada.
Em nós ainda está tudo de pé.
não a casa
não os sonhos
não o quintal
não as lembranças
Botaram quase tudo a baixo
quase tudo.
Derrubaram as paredes
não há a mais a dama da noite
mas perto dela ainda está o vô
dando pão pr'os passarinhos
e os netos ali pertinho
escutando o assovio
na varanda ainda de pé.
Derrubaram as paredes
mas tudo ainda está ali
as bicicletas pelo corredor
a vó na cozinha
o cheiro da infância
e muito amor.
Derrubaram as paredes
não as coisas que o Caio escrevia nelas
não a chegada da Camila nos fins de semana
não a memória
não as brincadeiras no quintal
não a união.
Derrubaram as paredes
mas a inocência ainda mora ali
a esperança ainda vive por debaixo dos cacos.
Derrubaram as paredes
mas não derrubaram nada.
Em nós ainda está tudo de pé.
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